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Oi, gente! Eu sei que ando meio sumida (preguiça rules), mas queria compartilhar com vocês uma coisa incrível que aconteceu essa semana comigo.

Pra quem não sabe, desde pequena, eu gosto muito de cantar, mas nunca cheguei a levar o hobby mais a sério (apesar de querer). Já cantei uma vez no aniversário de 15 anos de uma prima, mas foi só e olhe lá. Mês passado, porém, minha professora de francês nos avisou sobre a Fête de la Musique, que foi criado em 1982 com o intuito de “festejar os milhões de músicos amadores do país na época, que foram convidados a, naquele dia, ocupar as ruas durante meia hora para mostrar sua arte”. E, desde então, todo ano ele acontece, não só na França, mas no mundo inteiro.

Eu já havia ido à Festa da Música antes, porém somente como espectadora, mas, não sei por que, senti uma vontade imensa de participar. Me inscrevi, ensaiei e, segunda-feira, 21 de junho, finalmente me apresentei. Preciso dizer que foi incrível?

Queria compartilhar meu vídeo com vocês e saber sua opinião. Podem ser sinceros, ok? Eu aguento! haha E desculpem, mas minha mãe não conseguiu filmar tudo, acabou ficando cortado.

Eu, cantando Je Ne Sais Pas, da Joyce Jonathan.

E também um videozinho de hoje:

Eu, cantando Garoto Errado, da Manu Gavassi.

E aí, o que acharam?

Sonho vs. Realidade

Para aqueles que a vida não consegue tratar bem, sonhar é como um refúgio, um lugar para ter seus desejos realizados, ainda que sejam impossíveis. Quando se fecha os olhos, a esperança cresce e a ansiedade por vida, por experiências, mesmo que irreais, é quase sufocante.

Sonhos são sempre tratados como algo bom, como a luz em meio à escuridão. Mas a verdade é que nem sempre essas fantasias vêm para o nosso bem. E não digo pesadelos, mas sonhos mesmo, aqueles sorridentes, cheios de amor, fogos de artifícios e corações palpitantes. Porque, no fim das contas, muitos deles só conseguem nos colocar para baixo. Tristes porque acordamos. Tristes porque não é verdadeiro. Aflitos por uma nova rodada de esperança.

Esquecemos que a vida é aquela que começa quando nossos olhos se abrem. Que os sonhos são levados embora, com apenas um sopro de realidade. Mas as lembranças de verdade ficam. Marcam. São como tatuagens – uma vez feitas, são quase impossíveis de remover. Podemos deixá-la se apagar aos poucos, mas ela não sumirá totalmente. Podemos cobri-la com uma nova, mas ela estará sempre lá. Esperando ser notada.

E quando nossa vida é baseada em sonhos, não há o que se recordar. Não há nada para se sentir orgulhoso de, ou se arrepender e nunca mais repetir. O tique-taque do relógio não nos deixa voltar atrás para recuperar esse tempo perdido. O melhor a se fazer, então, é acordar agora e deixar os sonhos para nos motivar – e não nos depreciar.